Na França, o jornal L'Équipe analisou detalhadamente o roteiro da final. “Primeiro neutralizado e em desvantagem diante de um Arsenal perfeitamente organizado, o PSG reencontrou seu jogo em Budapeste para conquistar sua segunda Liga dos Campeões consecutiva”, escreveu o diário, destacando a maturidade adquirida pelo elenco parisiense. “Os parisienses souberam usar sua experiência para entrar no seleto grupo dos clubes capazes de defender seu título na Champions League”, acrescentou o jornal, ressaltando ainda “a tranquilidade demonstrada na disputa por pênaltis”, símbolo de “uma equipe serena e confiante em sua força”.
Nos Estados Unidos, a ESPN destacou a evolução mental e coletiva do PSG. “O PSG parecia simplesmente mais confiante, mais maduro e mais preparado”, analisou o veículo americano, que também elogiou o trabalho de seu treinador. “Luis Enrique entra para o grupo extremamente restrito de técnicos com três títulos da Liga dos Campeões”, escreveu a ESPN, antes de projetar o futuro: “Com uma equipe cuja média de idade é inferior a 24 anos, Paris parece equipado para dominar o futebol europeu por muitos anos.”
Na Ásia, o The Korea Times enfatizou a dimensão histórica da conquista. “O Paris se torna o primeiro clube a conquistar duas Copas da Europa consecutivas desde o Real Madrid entre 2016 e 2018”, destacou o jornal sul-coreano, que também lembrou a dobradinha conquistada na temporada. “Este título continental, somado ao campeonato nacional, confirma definitivamente o surgimento de um clube lendário”, concluiu a publicação.
Na Geórgia, o Pravda Georgia destacou a atuação de Khvicha Kvaratskhelia. “Derrubado dentro da área, Kvaratskhelia sofreu o pênalti que originou o gol de empate, verdadeiro ponto de virada da partida”, escreveu o veículo, resumindo em seguida o sentimento nacional: “Toda a Geórgia celebra seu bicampeão europeu.”
Do outro lado do Atlântico, o jornal equatoriano El Universo exaltou a atuação de Willian Pacho. “Pilar da defesa parisiense, Willian Pacho teve papel central nesta nova conquista europeia”, escreveu o diário, que também destacou o feito histórico alcançado pelo clube. “Luis Enrique se junta a Zidane, Guardiola e Paisley entre os treinadores tricampeões da Europa”, relembrou.
Em Portugal, A Bola celebrou a atuação de Vitinha, eleito o melhor jogador da partida. “Vitinha dominou o meio-campo com uma autoridade impressionante”, escreveu o jornal lisboeta, destacando que “seus 141 passes certos em 151 tentativas ilustram sua influência total no jogo” e confirmam “seu status entre os meio-campistas mais importantes do futebol europeu”.
Na Espanha, o Marca ressaltou a transformação histórica do clube parisiense. “Luis Enrique mudou a dimensão do PSG”, afirmou o jornal madrilenho, antes de concluir de forma direta: “Esta equipe está pronta para construir uma verdadeira dinastia europeia.”
Por fim, no Reino Unido, o The Guardian analisou o peso simbólico da conquista. “Para o Paris Saint-Germain, esta final era a oportunidade de afirmar claramente seu status de equipe dinástica”, escreveu o jornal britânico — um reconhecimento ainda mais significativo por vir do país do vice-campeão Arsenal.